Segui um quilo de cocaína da plantação até as ruas
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terça-feira, 14 de abril de 2020
Em seu novo livro Toby Muse relata a travessia da droga pela Colômbia
quarta-feira, 25 de março de 2020
Olípíada de Tóquio e as idade do jogador de futebol
Meia Bruno Guimarães aprova adiamento de Jogos de Tóquio
Porém, jogador pede mudança na regra da idade limite no futebol
Publicado em 24/03/2020 - 22:55 Por Juliano Justo - Repórter da TV
Brasil e da Rádio Nacional - São Paulo
O meia Bruno
Guimarães, do Lyon e eleito como melhor jogador do Torneio Pré-Olímpico de
futebol que garantiu o Brasil nos Jogos de Tóquio, afirmou que apoia a decisão,
anunciada nesta terça (24), de adiar para 2021 o principal evento esportivo do
planeta por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19).
Porém, ele
expressou preocupação com a regra da idade limite para a competição de futebol.
“Queria deixar os
meus parabéns ao Comitê Olímpico pela sábia decisão nesse momento complicado
que o mundo está passando. Sem dúvida, a principal preocupação agora deve ser
cuidar da saúde de todos. Devo parabenizar também todos os profissionais da
área médica que estão se arriscando para que todo esse problema seja resolvido
o mais rápido possível”, afirmou o meio-campista.
Mas, como as
autoridades deixaram em aberto a nova data do evento [a única condição
apresentada é que ele ocorra antes do verão japonês do próximo ano], o jogador
ressaltou uma outra preocupação que deve tomar conta dos próximos debates, a
idade limite dos atletas participantes do torneio olímpico de futebol.
Até o momento, a
regra é que podem participar apenas atletas com idade inferior a 23 anos [com
exceção de três atletas com idade livre a serem escolhidos por confederações
nacionais]. No dia 16 de novembro de 2020, Guimarães completa justamente 23
anos. Então, se nada for alterado, ele só poderia fazer parte da seleção
olímpica se fosse um desses três mais velhos a serem escolhidos.
“Peço aos
dirigentes que eles mudem a idade olímpica. Nenhum jogador deve ser prejudicado
por problemas extracampo. Fazer um torneio 'sub-24' é a melhor saída. Apelo
para o bom senso de todos”, finaliza.
Edição: Fábio
Lisboa
quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
Manbol, esporte brasileiro
MANBOL, NOVO ESPORTE BRASILEIRO
clique no link e se encante com a dinamica e sensação desse esporte unico no mundo:
Um
esporte em que todos ainda vão ouvir falar. OU sim, ja ouviu. Em 2019 seu fundador realizou um périplo pela America do Sul e em 2020 estão previstos apresentaç~eos nas Olimpíadsa de Toquio e na Feira Internacional de Dubai.
Quem lembra dessa fase do squash,
esporte de elite? O Mambol é o contrário, barato, dinâmico, para qualquer
ambiente e quaisquer grupo social. Mais ou menos como o futebol, apesar das arenas
brasileiras terem afastado o povo com seus caros ingressos.
No
Manbol tudo é diferente, ágil, pitoresco. Uma quadra, rede e bolas em formato
de manga. Paraense até na alma.
Criado
em Parauapebas, área do grande projeto Carajás, aqui nunca teve o apoio e projeção necessários. algumas verbas parlamentares, implantação em algumas escolas, apresentações. Recursos muito aquem das necessidades para projeção e afirmação como alternativa esportiva, dinamica, educacional, de comportamento.
Vejam, o prefeito de Belém Zenaldo Rodrigues, assina a Lei
Municipal 9192 de janeiro 2016 reconhecendo a territoriedade da Mambol, assumindo
que a criação do esporte, foi em Belém.
Projetamos
a Cidade do Mambol em Parauapebas. Não saiu do papel. É um dos pilares do novo
cluster econômico que tanto discutimos e precisamos nesse momento de mineração
em declínio.
Torcemos pelo esporte e por seu criador, o genial e ousado Rui
Vassourinha. Com determinante apoio dos irmãos, Rones e Izi.
Colabore na realização da apresentação do esporte em Dubai, fazendo doações pelo fone 94 988025257
https://www.expo2020dubai.com/en
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Cooperação
Coreia do
Sul deporta dois norte-coreanos acusados de assassinatos
Eles são acusados de matar e jogar ao mar 16
tripulantes
Publicado
em 07/11/2019 - 09:25
Por Yonhap
(Agência pública sul-coreana) Seul
A Coreia do Sul deportou hoje (7)
dois norte-coreanos depois de tomar conhecimento que eles mataram 16 colegas
da tripulação em seu barco de pesca e fugiram para o território
sul-coreano, informou o Ministério da Unificação sul-coreano.
Os dois norte-coreanos foram
enviados de volta à Coreia do Norte através do vilarejo de Panmunjom,
cinco dias depois de terem sido capturados perto da fronteira marítima do
norte no Mar do Leste, segundo o ministério.
"Decidimos deportá-los
depois de concluirmos que aceitá-los em nossa sociedade pode representar uma
ameaça para a vida e a segurança de nosso povo e que esses criminosos não podem
ser reconhecidos como refugiados sob o direito internacional", disse Lee
Sang-min, porta-voz do ministério.
O governo também planeja devolver
o barco de pesca dos norte-coreanos, disse uma autoridade do ministério.
Durante a investigação, os
norte-coreanos confessaram que eles e outro membro da tripulação mataram o
capitão do barco de pesca no final de outubro em razão de seu tratamento
severo, antes de matar os outros membros da tripulação.
Todos os corpos foram jogados ao
mar.
Eles informaram que,
inicialmente, pretendiam retornar à Coreia do Norte e procurar abrigo. Quando o
barco chegou a um porto norte-coreano em sua costa leste, no entanto, um dos
fugitivos foi capturado pela polícia local, fazendo com que os outros dois
ficassem assustados e fugissem, disse o porta-voz.
terça-feira, 9 de julho de 2019
Chimoio
Chimoio:
Adultos violam menores movidos por rituais obscuros
Última Actualização julho 08, 2019

Abuso de crianças, Rede Came,
Moçambique
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O número de crianças violadas
sexualmente, por parentes mais velhos, movidos por superstição aumentou
consideravelmente na província moçambicana de Manica, informou à VOA, esta
segunda-feira, 08, a polícia local.
Muitos
homens estupram crianças, geralmente netas, enteadas e sobrinhas, alegando que
tal iráfacilitar o enriquecimento ilícito, curar a doença de sida, entre outras
justificações sem fundamento.
“Estamos a notar o recrudescimento de
violação de menores” disse Mário Arnança, porta-voz da Polícia de Manica,
acrescentando que há indícios de bruxaria nos casos registados nos últimos
dias.
Dados da Polícia indicam que três
casos foram reportados pelas autoridades apenas este mês de Julho em Manica.
Outros vários foram reportados ao longo do primeiro semestre do ano.
O caso mais recente foi na
sexta-feira, 5, quando um jovem de 19 anos foi detido pela Polícia de Manica,
por ter violado sexualmente seis sobrinhas, com idades entre um e oito anos,
supostamente para curar da sida.
O suspeito foi denunciado pela própria irmã e mãe de três das vítimas, após ter recebido alerta de uma das crianças cansada de abusos, e de descobrir lesões nos órgãos genitais das menores.
“O jovem foi detido na sexta-feira,
quando acabava de abusar uma das crianças na casa de banho da residência, e foi
denunciado por uma outra menor (também vítima) que flagrou o acto” explicou
Arnança.
As menores eram filhas de dois irmãos
mais velhos do suspeito, e viviam em duas casas, nos arredores de Chimoio, a
capital da província.
Na quarta-feira, 3, um homem de 46
anos foi detido pela Polícia da República de Moçambique (PRM) por ter violado
sua enteada de três anos, para cumprir um ritual de enriquecimento fácil.
O violador, desempregado,
aproveitou-se da ausência da mãe para praticar o crime. Estuprou a criança
quando esta se encontrava deitada a descansar, após a refeição.
Na segunda-feira, a Polícia deteve
outros dois jovens indiciados de violar duas adolescentes de 15 e 17 anos de
idade, supostamente, com intenções de verem os lucros dos seus negócios
aumentarem.
Em
declarações à VOA, Cecília Ernesto, activista da organização não-governamental
Levanta Mulher e Siga o seu Caminho - Lemusica deplorou o recrudescimento de violações
e apelou para uma mudança da postura da sociedade.
terça-feira, 18 de junho de 2019
intercâmbio cultural
Empreendedor americano
promove esportes e intercâmbio cultural entre jovens estudantes na China e nos
EUA
2019-06-18 14:51:46丨portuguese.xinhuanet.com
Nova York, 17 jun (Xinhua) -- O
treinamento de habilidades esportivas e as oportunidades de intercâmbio
cultural oferecidas pela DME Sports Academy para estudantes talentosos e jovens
de todo o mundo têm avançado a conexão de pessoas entre a China e os Estados
Unidos.
"Planejamos fazer um ótimo
trabalho para oferecer educação significativa para as crianças. Elas têm a
chance de não apenas aprender sobre os americanos, mas sobre crianças de todo o
mundo", disse Mike Panaggio, co-fundador e proprietário da DME Sports
Academy (DMESA), disse à Xinhua em uma recente entrevista em Daytona Beach, no
condado da costa leste da Flórida.
Fundada há três anos, a DMESA oferece
treinamento de desenvolvimento atlético de alto nível e orientação de
habilidades para a vida para jovens talentos nacionais e estrangeiros no
exterior. Panaggio espera que entre 60 e 75 crianças ingressem no DMESA no
próximo ano, incluindo cerca de um décimo sendo da China.
Um de seus alunos de intercâmbio
favoritos era um menino chinês de 13 anos, Chris Gao, que morava com Panaggio e
sua esposa chinesa, Jennifer, em sua casa. "Ele é um estudante muito
brilhante, ficamos muito orgulhosos dele. Ele é como o nosso filho",
lembrou Panaggio.
Panaggio herdou a paixão por esportes,
principalmente o basquete, de seu pai, e combinou seu talento comercial com seu
amor pelo que os esportes fazem para que as crianças paguem a comunidade de
Daytona Beach.
"O basquete nos esportes é um
privilégio para as crianças brincarem. Nosso trabalho é levá-los à faculdade. E
se eles querem continuar nos Estados Unidos com diplomas adicionais, estamos
juntos para isso e vamos promover eles", disse ele.
Panaggio acredita que para as crianças
de todo o mundo na academia, a educação aqui não é apenas sobre o trabalho
escolar e aprendizagem nos livros. É sobre "aprender a falar a língua
inglesa" e sobre "aprender sobre outras pessoas", observou ele.
"É realmente uma grande troca cultural".
Sendo um homem de negócios, ele foi
para a China no final dos anos 80, percebendo o potencial do mercado chinês.
"Eu amo a China e acho que qualquer um que eu tenha conhecido na China a
amará. Eu gosto das pessoas", disse ele de forma emocional.
Apesar das contínuas tensões entre os
Estados Unidos e a China no comércio e em alguns outros setores, Panaggio
estava "bastante otimista" com as perspectivas do relacionamento
entre os dois países. "Pelo menos, esperamos que não haja nenhum problema.
Porque eu penso em estudantes chineses não diferentes dos que pensamos sobre os
estudantes americanos. As pessoas são pessoas", acrescentou.
http://portuguese.xinhuanet.com/2019-06/18/c_138153089.htm
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