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sábado, 27 de janeiro de 2018

Netflix no topo



Valor de mercado da Netflix ultrapassa US$ 100 bilhões





Empresa que revolucionou indústria do cinema e televisão recebeu 8,3 milhões de novos assinantes no último trimestre de 2017, investindo no mercado internacional e em produções originais de filmes e séries.

Os serviços da Netflix estão disponíveis em 190 países, com 110,6 bilhões de assinantes em todo o mundo

No último trimestre de 2017, a Netflix ganhou 8,3 milhões de novos assinantes em todo o mundo – 2 milhões apenas nos EUA –  capitalizando pela primeira vez mais de 100 bilhões de dólares e triplicando os lucros da empresa que revolucionou a indústria do cinema e da televisão.

A divulgação dos resultados fez com que as ações da Netflix subissem 9% no mercado de ações nesta segunda-feira (22/01) após um bom desempenho em todo o mês de janeiro e de um crescimento de 53% no ano passado.

No mercado internacional, a empresa recebeu 6,3 milhões de novas assinaturas entre outubro e dezembro de 2017, superando as expectativas de 5,1 milhões, com o lançamento de séries aclamadas como Stranger Things e The Crown. Os serviços da Netflix estão disponíveis em 190 países, com 110,6 milhões de assinantes em todo o mundo.

Fundada em 1997, a Netflix se transformou de um serviço que comercializava DVDs pelo correio para um concorrente do canal HBO no mercado de filmes online. Mais tarde, a sua expansão lhe permitiu produzir séries e filmes originais, diminuindo a dependência dos estúdios cinematográficos. As produções da Netflix já ganharam vários prêmios.

"Em 2017, aumentamos em 36% nossa receita, para 11 bilhões de dólares, acrescentamos 24 milhões de novos membros (comparados aos 19 milhões de 2016), atingimos pela primeira vez um ano inteiramente positivo no lucro de contribuições internacionais e dobramos nossa receita operacional global", afirmou a empresa em carta aos acionistas.

A Netflix planeja investir 8 bilhões de dólares em 2018 em filmes e séries originais, para afastar a concorrência de serviços semelhantes fornecidos por empresas como Amazon, Hulu e Disney. Esta última vem investindo pesado em serviço próprio de streaming, preparando para 2019 o lançamento de novos filmes e séries, além de remover suas produções do acervo da Netflix.

"Escolhemos uma estratégia de negócios que, essencialmente, nos leva a investir nossos lucros domésticos na expansão internacional", afirmou o CEO da Netflix, Reed Hastings. "Acreditamos que seja a atitude correta, mas certamente requer coragem de nossos investidores."

A Netflix prevê para o primeiro trimestre de 2018 a adesão de 6, 35 milhões de novos assinantes, bem acima das expectativas dos analistas de mercado.
RC/rtr/afp
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A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo

domingo, 26 de novembro de 2017

Golpista doente



Temer passa bem e médicos confirmam que poderá ter alta nesta segunda-feira

  • 26/11/2017 12h40
  • 26/11/2017 12h40
  • Brasília



Marli Moreira e Olga Bardawil - Repórteres da Agência Brasil
O presidente Michel Temer recupera-se bem da cirurgia a que foi submetido, na noite da última sexta-feira (24), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. De acordo com o último boletim médico, divulgado às 11h40 de hoje (26), ele passou bem a noite e o quadro de saúde é estável. Foi mantida a previsão de alta nesta segunda-feira (27).

Temer passou pelo procedimento de desobstrução de três artérias do coração, seguido da implantação de stents em duas delas. Apesar dessa extensão, a técnica médica não foi invasiva, ou seja, não houve a necessidade de cortes na região do tórax. Para corrigir o fluxo sanguíneo, os médicos recorreram ao uso de uma sonda colocada por meio da artéria femural, na altura da virilha.

O cardiologista Roberto Kalil Filho, médico que atende o presidente, explicou no sábado (25) que as obstruções eram revelantes e que, em duas delas, houve a necessidade de implantar stents [pequenas tubulações semelhantes a bobes de cabelo que mantêm as artérias abertas e permitem que o sangue passe normalmente].

Além desses procedimentos, os médicos fizeram uma reavaliação do tratamento da próstata, ocorrido, no último dia 27 de outubro, para a desobstrução do canal uretal, constatando que é boa a evolução.


Edição: Fernando Fraga

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

E não deu em nada ao custo de um bilhão



Líderes partidários orientam votação de denúncia contra Temer na Câmara

  • 25/10/2017 18h55
  • Brasília
Iolando Lourenço e Heloisa Cristaldo - Repórteres da Agência Brasil






 Plenário da Câmara dos Deputados inicia processo de votação da segunda denúncia da PGR contra Temer e ministros Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Com 468 deputados em plenário, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu início ao encaminhamento dos líderes partidários sobre como devem votar suas bancadas em relação ao parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que recomendou o não prosseguimento das investigações contra o presidente da República, Michel Temer, e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral).

Saiba Mais
O primeiro líder a encaminhar foi o do PMDB, deputado Baleia Rossi (SP), que recomendou voto favorável ao parecer de Andrada. Em seguida, a liderança do PT encaminhou voto contrário ao parecer. Cada líder terá um minuto para orientar suas bancadas.

O parecer da CCJ será submetido à votação pela chamada nominal dos parlamentares, que responderão “sim”, “não” ou “abstenção”. A ordem de votação se dará por ordem alfabética, começando por Roraima (região Norte) em seguida Rio Grande do Sul e Santa Catarina alternando com estados da região Norte e seguindo para as demais regiões do país.

Maia designou o primeiro-secretário da Casa, deputado Jacob (PR-PR), para colher os votos “sim”. A segunda-secretária da Câmara, deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO) para anotar os votos “não” e o terceiro-secretário, deputado JHC (PSB-AL), para colher os votos de abstenção.

A expectativa de lideranças governistas é que a votação seja encerrada em poucas horas, com placar favorável ao parecer de Andrada.
Edição: Amanda Cieglinski