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quarta-feira, 25 de março de 2020

Olípíada de Tóquio e as idade do jogador de futebol


Meia Bruno Guimarães aprova adiamento de Jogos de Tóquio


Porém, jogador pede mudança na regra da idade limite no futebol












Publicado em 24/03/2020 - 22:55 Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional - São Paulo



O meia Bruno Guimarães, do Lyon e eleito como melhor jogador do Torneio Pré-Olímpico de futebol que garantiu o Brasil nos Jogos de Tóquio, afirmou que apoia a decisão, anunciada nesta terça (24), de adiar para 2021 o principal evento esportivo do planeta por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19).


Porém, ele expressou preocupação com a regra da idade limite para a competição de futebol.


“Queria deixar os meus parabéns ao Comitê Olímpico pela sábia decisão nesse momento complicado que o mundo está passando. Sem dúvida, a principal preocupação agora deve ser cuidar da saúde de todos. Devo parabenizar também todos os profissionais da área médica que estão se arriscando para que todo esse problema seja resolvido o mais rápido possível”, afirmou o meio-campista.


Mas, como as autoridades deixaram em aberto a nova data do evento [a única condição apresentada é que ele ocorra antes do verão japonês do próximo ano], o jogador ressaltou uma outra preocupação que deve tomar conta dos próximos debates, a idade limite dos atletas participantes do torneio olímpico de futebol.


Até o momento, a regra é que podem participar apenas atletas com idade inferior a 23 anos [com exceção de três atletas com idade livre a serem escolhidos por confederações nacionais]. No dia 16 de novembro de 2020, Guimarães completa justamente 23 anos. Então, se nada for alterado, ele só poderia fazer parte da seleção olímpica se fosse um desses três mais velhos a serem escolhidos.


“Peço aos dirigentes que eles mudem a idade olímpica. Nenhum jogador deve ser prejudicado por problemas extracampo. Fazer um torneio 'sub-24' é a melhor saída. Apelo para o bom senso de todos”, finaliza.


Edição: Fábio Lisboa


quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Manbol, esporte brasileiro


MANBOL, NOVO ESPORTE BRASILEIRO



clique no link e se encante com a dinamica e sensação desse esporte unico no mundo:






Um esporte em que todos ainda vão ouvir falar. OU sim, ja ouviu.  Em 2019 seu fundador realizou um périplo pela America do Sul e em 2020 estão previstos apresentaç~eos nas Olimpíadsa de Toquio e na Feira Internacional de Dubai. 

Quem lembra dessa fase do squash, esporte de elite? O Mambol é o contrário, barato, dinâmico, para qualquer ambiente e quaisquer grupo social. Mais ou menos como o futebol, apesar das arenas brasileiras terem afastado o povo com seus caros ingressos.

No Manbol tudo é diferente, ágil, pitoresco. Uma quadra, rede e bolas em formato de manga. Paraense até na alma.

Criado em Parauapebas, área do grande projeto Carajás,  aqui nunca teve o apoio e projeção necessários. algumas verbas parlamentares, implantação em algumas escolas, apresentações. Recursos muito aquem das necessidades para projeção e afirmação como alternativa esportiva, dinamica, educacional, de comportamento. 



Vejam, o prefeito de Belém Zenaldo Rodrigues, assina a Lei Municipal 9192 de janeiro 2016 reconhecendo a territoriedade da Mambol, assumindo que a criação do esporte, foi em Belém.

Projetamos a Cidade do Mambol em Parauapebas. Não saiu do papel. É um dos pilares do novo cluster econômico que tanto discutimos e precisamos nesse momento de mineração em declínio. 

Torcemos pelo esporte e por seu criador, o genial e ousado Rui Vassourinha. Com determinante apoio dos irmãos, Rones e Izi. 



Colabore na realização da  apresentação do esporte em Dubai, fazendo doações pelo fone 94 988025257


https://www.expo2020dubai.com/en


quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Cooperação


Coreia do Sul deporta dois norte-coreanos acusados de assassinatos
Eles são acusados ​​de matar e jogar ao mar 16 tripulantes
Publicado em 07/11/2019 - 09:25
Por Yonhap (Agência pública sul-coreana) Seul


A Coreia do Sul deportou hoje (7) dois norte-coreanos depois de tomar conhecimento que eles mataram 16 colegas da tripulação em seu barco de pesca e fugiram para o território sul-coreano, informou o Ministério da Unificação sul-coreano.

Os dois norte-coreanos foram enviados de volta à Coreia do Norte através do vilarejo de Panmunjom, cinco dias depois de terem sido capturados perto da fronteira marítima do norte no Mar do Leste, segundo o ministério.

"Decidimos deportá-los depois de concluirmos que aceitá-los em nossa sociedade pode representar uma ameaça para a vida e a segurança de nosso povo e que esses criminosos não podem ser reconhecidos como refugiados sob o direito internacional", disse Lee Sang-min, porta-voz do ministério. 

O governo também planeja devolver o barco de pesca dos norte-coreanos, disse uma autoridade do ministério.

Durante a investigação, os norte-coreanos confessaram que eles e outro membro da tripulação mataram o capitão do barco de pesca no final de outubro em razão de seu tratamento severo, antes de matar os outros membros da tripulação.

Todos os corpos foram jogados ao mar.

Eles informaram que, inicialmente, pretendiam retornar à Coreia do Norte e procurar abrigo. Quando o barco chegou a um porto norte-coreano em sua costa leste, no entanto, um dos fugitivos foi capturado pela polícia local, fazendo com que os outros dois ficassem assustados e fugissem, disse o porta-voz.

terça-feira, 9 de julho de 2019

Chimoio


Chimoio: Adultos violam menores movidos por rituais obscuros
  Última Actualização julho 08, 2019
·              André Baptista

















Abuso de crianças, Rede Came, Moçambique
                                 Abuso de crianças, Rede Came, Moçambique
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O número de crianças violadas sexualmente, por parentes mais velhos, movidos por superstição aumentou consideravelmente na província moçambicana de Manica, informou à VOA, esta segunda-feira, 08, a polícia local.



Muitos homens estupram crianças, geralmente netas, enteadas e sobrinhas, alegando que tal iráfacilitar o enriquecimento ilícito, curar a doença de sida, entre outras justificações sem fundamento.

“Estamos a notar o recrudescimento de violação de menores” disse Mário Arnança, porta-voz da Polícia de Manica, acrescentando que há indícios de bruxaria nos casos registados nos últimos dias.
Dados da Polícia indicam que três casos foram reportados pelas autoridades apenas este mês de Julho em Manica. Outros vários foram reportados ao longo do primeiro semestre do ano.
O caso mais recente foi na sexta-feira, 5, quando um jovem de 19 anos foi detido pela Polícia de Manica, por ter violado sexualmente seis sobrinhas, com idades entre um e oito anos, supostamente para curar da sida.


O suspeito foi denunciado pela própria irmã e mãe de três das vítimas, após ter recebido alerta de uma das crianças cansada de abusos, e de descobrir lesões nos órgãos genitais das menores.
“O jovem foi detido na sexta-feira, quando acabava de abusar uma das crianças na casa de banho da residência, e foi denunciado por uma outra menor (também vítima) que flagrou o acto” explicou Arnança.
As menores eram filhas de dois irmãos mais velhos do suspeito, e viviam em duas casas, nos arredores de Chimoio, a capital da província.
Na quarta-feira, 3, um homem de 46 anos foi detido pela Polícia da República de Moçambique (PRM) por ter violado sua enteada de três anos, para cumprir um ritual de enriquecimento fácil.
O violador, desempregado, aproveitou-se da ausência da mãe para praticar o crime. Estuprou a criança quando esta se encontrava deitada a descansar, após a refeição.
Na segunda-feira, a Polícia deteve outros dois jovens indiciados de violar duas adolescentes de 15 e 17 anos de idade, supostamente, com intenções de verem os lucros dos seus negócios aumentarem.
Em declarações à VOA, Cecília Ernesto, activista da organização não-governamental Levanta Mulher e Siga o seu Caminho - Lemusica deplorou o recrudescimento de violações e apelou para uma mudança da postura da sociedade.


https://www.voaportugues.com/a/chimoio-adultos-violam-menores-movidos-por-rituais-obscuros-/4991433.html







terça-feira, 18 de junho de 2019

intercâmbio cultural

Empreendedor americano promove esportes e intercâmbio cultural entre jovens estudantes na China e nos EUA

2019-06-18 14:51:46portuguese.xinhuanet.com


Nova York, 17 jun (Xinhua) -- O treinamento de habilidades esportivas e as oportunidades de intercâmbio cultural oferecidas pela DME Sports Academy para estudantes talentosos e jovens de todo o mundo têm avançado a conexão de pessoas entre a China e os Estados Unidos.
"Planejamos fazer um ótimo trabalho para oferecer educação significativa para as crianças. Elas têm a chance de não apenas aprender sobre os americanos, mas sobre crianças de todo o mundo", disse Mike Panaggio, co-fundador e proprietário da DME Sports Academy (DMESA), disse à Xinhua em uma recente entrevista em Daytona Beach, no condado da costa leste da Flórida.
Fundada há três anos, a DMESA oferece treinamento de desenvolvimento atlético de alto nível e orientação de habilidades para a vida para jovens talentos nacionais e estrangeiros no exterior. Panaggio espera que entre 60 e 75 crianças ingressem no DMESA no próximo ano, incluindo cerca de um décimo sendo da China.
Um de seus alunos de intercâmbio favoritos era um menino chinês de 13 anos, Chris Gao, que morava com Panaggio e sua esposa chinesa, Jennifer, em sua casa. "Ele é um estudante muito brilhante, ficamos muito orgulhosos dele. Ele é como o nosso filho", lembrou Panaggio.
Panaggio herdou a paixão por esportes, principalmente o basquete, de seu pai, e combinou seu talento comercial com seu amor pelo que os esportes fazem para que as crianças paguem a comunidade de Daytona Beach.
"O basquete nos esportes é um privilégio para as crianças brincarem. Nosso trabalho é levá-los à faculdade. E se eles querem continuar nos Estados Unidos com diplomas adicionais, estamos juntos para isso e vamos promover eles", disse ele.
Panaggio acredita que para as crianças de todo o mundo na academia, a educação aqui não é apenas sobre o trabalho escolar e aprendizagem nos livros. É sobre "aprender a falar a língua inglesa" e sobre "aprender sobre outras pessoas", observou ele. "É realmente uma grande troca cultural".
Sendo um homem de negócios, ele foi para a China no final dos anos 80, percebendo o potencial do mercado chinês. "Eu amo a China e acho que qualquer um que eu tenha conhecido na China a amará. Eu gosto das pessoas", disse ele de forma emocional.
Apesar das contínuas tensões entre os Estados Unidos e a China no comércio e em alguns outros setores, Panaggio estava "bastante otimista" com as perspectivas do relacionamento entre os dois países. "Pelo menos, esperamos que não haja nenhum problema. Porque eu penso em estudantes chineses não diferentes dos que pensamos sobre os estudantes americanos. As pessoas são pessoas", acrescentou.

http://portuguese.xinhuanet.com/2019-06/18/c_138153089.htm

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Refugiados e migrantes da Venezuela


Número de refugiados e migrantes da Venezuela chega a 4 milhões
Publicado em 07/06/2019 - 16:50
Por Deutsche Welle (agência pública da Alemanha) Berlim





Venezuelanos, Migrantes, acampamento

O número de venezuelanos que deixou o país chegou a quatro milhões, divulgaram nesta sexta-feira (7) em um comunicado a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). 
Os venezuelanos são o segundo maior grupo populacional deslocado do mundo, ficando atrás apenas dos refugiados sírios, que alcançam 5,6 milhões de pessoas.
Desde o agravamento na crise no país governado por Nicolás Maduro, o ritmo de saída de população da Venezuela tem crescido de maneira acelerada.
De cerca de 695 mil no final de 2015, o número de refugiados e migrantes venezuelanos disparou para mais de 4 milhões até meados de 2019, segundo dados de autoridades nacionais de imigração e outras fontes. Em apenas sete meses desde novembro de 2018, o número aumentou um milhão, explica a nota.
Os países latino-americanos recebem a grande maioria dos venezuelanos: Colômbia (1,3 milhão), o Peru (768 mil), Chile (288 mil), Equador (263 mil), Brasil (168 mil) e Argentina (130 mil). O México e os países da América Central e do Caribe também recebem um número significativo de refugiados e migrantes da Venezuela.
"Estes números são alarmantes e ressaltam a necessidade urgente de apoiar comunidades de amparo nos países receptores", comentou o representante especial da Acnur-OIM para refugiados e migrantes venezuelanos, Eduardo Stein.
Stein elogiou países da América Latina e do Caribe "por fazerem parte da resposta a esta crise sem precedentes", mas acrescentou que eles não podem continuar sozinhos, sem ajuda internacional.
Ambos os organismos tentam prestar parte desse apoio através de um plano regional lançado em dezembro, e que pode permitir ajudar 2,2 milhões de venezuelanos nos países receptores e 580 mil pessoas em comunidades de amparo em 16 países. Porém, o maior problema é o escasso financiamento que o plano recebeu, já que somente 21% do orçamento planejado foi coberto.
Há alguns anos, a Venezuela está em uma grave crise econômica, acirrada por instabilidades políticas. No mês passado, o Banco Central da Venezuela (BCV) rompeu um silêncio de três anos sobre os dados econômicos do país e informou que a inflação chegou a 130.060% em 2018. A instabilidade política fez com que o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, fosse proclamado pela Casa como presidente interino do país em 23 de janeiro, durante um protesto contra o governo de Nicolás Maduro em Caracas. Guaidó é reconhecido como presidente por mais de 50 países, entre eles, Brasil e Alemanha.

Saiba mais

Edição: Valéria Aguiar
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