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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

´Copa 2018, exemplo








Torcedor precisará de passe especial na Copa 2018
'Passaporte do torcedor' substituirá visto no passaporte e passagens em transportes públicos na Copa das Confederações 2017 e na Copa do Mundo 2018. A Gazeta Russa preparou um roteiro especial para quem planeja assistir aos jogos. 

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 "Passaporte do torcedor" será diferente para Copa do Mundo e das Confederações, mas procedimento para dar entrada nos documentos é igual. Foto:PhotoXpress

A Rússia abriu seus primeiros centros de registro e entrega de "passaportes do torcedor" (também chamados "Fan ID") em São Petersburgo, Moscou, Sôtchi e Kazan, para aqueles que planejam assistir aos jogos da Copa das Confederações 2017 e à Copa 2018. Para quem planeja visitar o país para esses eventos, a Gazeta Russa responde a todas as dúvidas sobre o "passaporte do torcedor":

Pode-se assistir aos jogos sem o "passaporte do torcedor"?
Não! Sem o "passaporte do torcedor" não pode-se entrar nos estádios, mesmo que se tenha ingressos e tudo o mais em ordem. Esse cartão personalizado de espectador é feito de plástico e contém todos os dados pessoais do torcedor: nome, foto, dados do passaporte, contatos. As crianças também devem portar seus "passaportes de torcedor". Mas para conseguir o "passaporte do torcedor" é preciso, primeiro, comprar os ingressos.

Que vantagens tem o "passaporte do torcedor"?
Para os torcedores estrangeiros, o "passaporte de torcedor" substitui o visto e as passagens gratuitas nos transportes públicos. Com ele, é possível entrar nas fronteiras russas e usar o transporte público entre as cidades participantes dos jogos e dentro dessas. O direito ao transporte público é mantido mesmo que o fã repasse os ingressos dos jogos.

Como conseguir o "passaporte do torcedor"?
Há três maneiras: pedindo a entrega por correio no local de residência; retirando no centro de entregas; ou retirar diretamente no estádio.

Então, se você já tiver comprado o ingresso, o próximo passo será fazer o pedido do "passaporte de torcedor". Apenas após aprovação você poderá retirá-lo. O pedido pode ser feito por meio do site indicado ou nos centros de entrega (mas aí será preciso ir ao centro duas vezes, para pedir e para retirar).

Após o pedido, espere a aprovação por SMS e e-mail. Serão dois comunicados: o primeiro, informando que o pedido foi recebido para análise, o segundo, sua aprovação (ou não). Os organizadores prometem analisar os pedidos em até 72 horas.

Quando a mensagem for recebida com a aprovação, pode-se retirar o "passaporte do torcedor" nos endereços aqui descritos. O processo de retirada leva alguns minutos. É importante lembrar de levar consigo documentos de identidade ou passaporte. Para crianças de até 14 anos é preciso levar certidão de nascimento.

A retirada do "passaporte do torcedor" pode ser feito por terceiros também, mas com procuração. Nesse caso, é preciso levar uma cópia do documento do proprietário do "passaporte do torcedor" e procuração desse endereçada ao portador.

O que fazer se eu tiver mais de um ingresso?
Não é preciso pedir um "passaporte do torcedor" para cada ingresso. Apenas um "passaporte do torcedor" será usado para todo o período dos jogos, em todos os jogos, assim, só é preciso solicitar o documento por meio de um dos ingressos adquiridos.

Os "passaportes de torcedor" para a Copa das Confederações 2017 e para a Copa do Mundo 2018, porém, serão diferentes, já que são os eventos são, também, diferentes. Mas o procedimento de solicitação e retirada é igual nos dois eventos.
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domingo, 23 de agosto de 2015

Futebol sem corrupção, a credibilidade da velha arte é desafiada.

Fifa prefere não enumerar
casos de corrupção no futebol



Por Redação, com agências internacionais – de Zurique
O comitê de ética independente da Fifa preferiu, em entrevista a jornalistas, neste sábado, não enumerar quantos casos de corrupção está investigando, após denúncias que levaram a prisão diretores e empresários ligados à instituição que coordena o futebol, no mundo. Segundo dirigentes, a Federação está analisando “muitos casos de suposta corrupção”. O objetivo é acelerar as investigações e antevê expulsões vitalícias para todos os crimes, com exceção dos menos graves, segundo uma fonte familiarizada com o assunto falou à agência inglesa de notícias Reuters.

O FBI está investigando suborno e corrupção na Fifa
Os investigadores estão observando três áreas: casos relacionados aos processos seletivos das Copas do Mundo de 2018 e 2022, a distribuição e o uso de fundos de desenvolvimento e partidas cujos resultados seriam pré-arranjados, o que a fonte descreveu como a “grande história” do futebol. Os membros do comitê de ética afirmam que os dias em que os corruptos podiam contar com afastamentos de meros três meses acabaram, disse a fonte à Reuters.
– Há muito mais casos do que as pessoas imaginam, e eles estão determinados a ir atrás deles, fiquem preparados – declarou a fonte.
As investigações são separadas do inquérito suíço sobre a concessão dos Mundiais de 2018 e 2022 à Rússia e ao Catar, que negam qualquer irregularidade, e do inquérito norte-americano, que indiciou 14 pessoas, incluindo ex-dirigentes da Fifa, acusados de lavagem de dinheiro e extorsão.
Ao contrário do que ocorre nos dois inquéritos, os investigadores da Fifa não têm poderes de polícia. Embora a suspeita de corrupção entre funcionários graduados da entidade tenha atraído a atenção da mídia e preocupado patrocinadores, acredita-se que os membros do comitê de ética da Fifa encaram as partidas arranjadas como a maior ameaça ao esporte, além de ser a mais difícil de combater.

– As partidas arranjadas são a grande história no momento – disse a fonte, acrescentando que trata-se de um crime que ultrapassa as fronteiras do esporte e precisa da colaboração das autoridades públicas de todo o mundo.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

UMA CIDADE SEM MINERAÇÃO



UMA CIDADE SEM MINERAÇÃO


Recentemente fui abordado na rua por um conhecido, perguntando se a classe política tinha despertado para minhas idéias e crenças em relação a VALE e sua impagável divida com Parauapebas. Esta visita de Valmir a sede no Rio, foi precedida da minha visita, no distante 1996, para defender a Integral e falar de Valmir quando na privatização, o novo gestor da empresa queria cortes de custo de até 40% nos contratos correntes. Reuni vários empresários na época e Valmir foi o único a ir até o fim. Elaboramos um consistente documento: AMBIENTE DE MUDANÇAS: PROPOSTA DE REDUÇÃO DE CUSTOS E AUMENTO DE PRODUTIVIDADE E RIQUEZAS.  Munido dessa proposta, peguei o vôo em Carajás até o Galeão e de lá, à sede da VALE, onde fui recebido por Ricardo Brito, então nosso parceiro local. Foi uma proposta de manutenção da Integral na Mina de Ferro, porque tinha as melhores condições de fazer a manutenção da mina, a custo controlado. Neste momento, haviam montado  a KASERGE e a MSE para assumir os serviços gerais e de manutenção mecânica. E avisamos que não daria certo, seria mais um erro, alem da privatização e no curto prazo. Estas empresas foram encerradas anos depois, com enormes prejuízos. Naquele distante 1996, ainda no Rio tivemos noticias de ampla movimentação em torno da Integral aqui em Carajás.

Resultado histórico: todos os empreiteiros locais sumiram, ficando apenas a empresa do Valmir, em parte sustentada por forte e maciça  presença da nossa consultoria. Nosso trabalho, nestes anos todos, acabaram gerando o livro MANUFATURA,  hoje a venda nas livrarias. Passamos todos estes anos, junto da Integral e seus  proprietários, construindo a historia da única empresa do sul/sudeste do Pará, certificada com a ISO 2001, trabalho inicialmente apenas meu (1994), depois da Leudicy (2000) e novamente meu, (2002), quando revi o trabalho da mesma, alterei profundamente seus fundamentos e certificamos orgulhosamente a Integral.  Quando alteramos a percepção de gestão, de comprometimento e envolvimento de todos os elementos no processo de crescimento ordenado, de competência e sobrevivência empresarial. A Integral sobreviveu. Valmir sobreviveu e hoje é o prefeito de Parauapebas. Todas as pessoas envolvidas naquele processo estão ai, Célia, Elson da Usimig (que inclusive registrei), Pavão, Raimundo Qualidade (Omega Engenharia), Márcia (secretaria de Valmir) e tantos outros.


Falei com Valmir no dia e hora em que estava se dirigindo para esta reunião da foto. Estou escrevendo porque temos outras propostas para o destino de Parauapebas. Pensamos em desenvolvimento sustentável, o contrario e um curativo a loucura vista até aqui. Sofrimento, degradação, manipulação populacional, corrupção e excessiva produção mineral. Hoje acreditamos, vendo o que a China esta fazendo com o mineral comprado aqui –  o mercado secundário da Ásia é preocupante, pelos preços vis que entregamos nosso subsolo e seus recursos não sondados: ouro, urano, manganês, recursos biológicos e florestais não mensurados e etc, quem entende sabe do que estou falando, e ainda vamos entregar a VALE projeto de  distrito minero –industrial? Acho que, mais uma vez, daqui a 10 anos, vou escrever novamente o mesmo (aqui: blogdoprefeito.blogspot.com), porque, na organização atual em que se encontram as forças políticas e econômicas da região,  um distrito nestes moldes é apenas propaganda fantasiosa. De onde virão os recursos, os investidores? Basta ainda olhar para o distrito industrial de Marabá, Ananindeua e tantos outros repletos de boa intenção.

Não conhecemos Parauapebas ainda. Não conhecemos e ainda não discutimos os propósitos para a decretação do Território Federal de Carajás. Não estudamos impactos regionais e tendências produtivas concorrentes. Nem temos um sistema de energia, água e esgoto confiáveis. Acredito que precisamos do apoio da VALE. Precisamos que esta empresa devolva a cidade ao menos 1% de tudo que tira daqui. É louvável a iniciativa, muito importante, mesmo porque nunca houve tal movimento e novamente afirmamos que este momento esta sendo possível devido nosso trabalho de consultoria ao prefeito. Fomos os primeiros a orientar a administração para trazer recursos humanos e administrativos da maior mineradora de ferro do mundo, para ajudar a reparar a má gestão, a corrupção e a perda de tempo, numa cidade fundada exclusivamente para sua manutenção.
Mas acredito tremendamente que é momento de avançar. Começar por ações complementares, encandeáveis e gradativas. Leiam aqui: nossosservicos1.blogspot.com e vejam de que estamos falando. 

Nossa proposta para o distrito Industrial de Parauapebas é diferente, é sustentável. Ela ajuda a complementar as compras publicas. No distrito teremos preocupação em garantir a instalação de empresas verdes, sustentáveis. Para a preservação do Estado do Pará. Para mitigar parte dos problemas recorrentes do estado atual.

E porque não estamos falando em serviços? Um distrito de serviços financeiros ou de eletroeletrônica ou administrativos. É o topo da cadeia econômica, a prestação de serviços. IBM, METSO, CAT, HP, e tantas empresas migraram da produção industrial para a prestação de serviços e todas estão milionárias. Ou você acredita que a  NIKE faz suas bolas e trajes esportivos? A APPLE produz industrialmente seus IPADS  e IPHONES? HÁ MUITO ELAS ENTREGARAM SUA PRODUÇÃO BRUTA PARA LOCAIS ERMOS DO PLANETA, para a periferia. ESTA É A  PROPOSTA APRESENTADA A VALE. Agora imaginem a enormidade de impedimentos ambientais e ecológicos para a instalação de um pólo mínero-industrial bem na entrada da Reserva Florestal de Carajás. Bem, dirão, tudo é possível, já há exploração mineral na região e dentro da floresta. Eu digo, é justamente contra isto que devemos deter a expansão dessa destruição da natureza aqui no sul do Pará. Se podemos  optar, neste momento pelo  planeta e frente a destruição já em curso, vamos optar por frear esta loucura. Se precisamos de novas matrizes econômicas e devemos optar, vamos optar pela sustentabilidade. 

Propomos que a VALE ouvide esforços para a implantação de uma praça financeira em Parauapebas, Marabá ou Belém ou São Luis. Um sistema de comercialização de ações, commodities aqui, perto de suas minas. Ainda, os laboratórios de mineração, de  produção biológica. A vinda de institutos que estudam o meio ambiente, a floresta, as sociedades do em torno, como a China esta fazendo com as grandes escolas americanas e européias. Todo crescimento econômico e a inserção da nossa região no mapa do mundo podem ser limpas, honestas, sustentáveis e garantidoras do futuro das águas e da floresta para sempre.

Sinceramente trabalho para o governo Valmir ser um  marco divisor no destino histórico de Parauapebas. E pode sê-lo, se ele quiser. Se fizer as apostas corretas e necessárias. Não acredito em acordo com o PT, com vereadores, acho todos inúteis e apenas oportunismo de momento. Ações de governabilidade se faz com prestação de serviços honesto e certo, de pessoas boas e comprometidas com o melhor futuro para nossa cidade. Quero estar nestas negociações sobre o futuro de Parauapebas.

Aquele amigo que me saudou e fez as perguntas, todos que trabalham comigo sabem das minhas intervenções junto ao governo municipal, fazendo proposições, interpondo idéias e levantando preocupações com o destino de Parauapebas.

Nossa pauta para o desenvolvimento propõe um amplo ouvido a população em geral, ambientalistas, geólogos, fazendeiros, empresários, prestadores de serviços, juristas, economistas, financistas, jovens e  todos que quiserem opinar. Alternativas ao ciclo mineral precisam ser implementadas já, o futuro vai nos julgar por esta paralisia, esta moleza em tomar decisões. Não podemos retroceder ao passado. Encerrar o ciclo da mineração e reconstruir ou construir um ciclo de sustentabilidade e preservação ambiental poderá ser nosso futuro. E muito mais lucrativo que a devastação das matas, dos rios, do subsolo. Não somos contra a mineração, não somos loucos. Somos contra a falta de controle, a desinformação e o controle populacional. Não sabemos o que sai de Carajás. Não sabemos o valor de uma castanheira milenar, de qualquer outro vegetal e seus recursos medicinais. Neste momento damos valor apenas ao minério, isto é uma sandice. Podemos mudar isto, com a nova proposta para  a nova produção econômica de Parauapebas. E com a parceria com a VALE, de predadora a conservacionista. Ficará bem para  o mundo.
 
O novo ciclo mineral que se avizinha, com a abertura da ultima mina a céu aberto do país, é promissor para a retomada imediata dos negócios em Parauapebas. Mas este surto, com prazo de começo e fim, é nossa poupança e tempo para implementarmos as soluções definitivas e mantenedoras do crescimento sustentável de Parauapebas e região sul/sudeste do Pará – Território Federal de Carajás. A nova mina não pode nos cegar a vender a crença de que esta tudo bem. Não podemos e nem devemos continuar como aposentados da VALE, vivendo de suas migalhas ou sobras miúdas depositadas mensalmente. É muito pouco. Vejam o  relatório semestral de produção, comercialização e lucro link e compreendam que a única saída é a diversificação e o encontro do destino histórico dessa  região sitiada.