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sábado, 12 de setembro de 2015

AVIÕES BRASILEIROS

Berçário de aviões
Brasil tem cerca de 20 fábricas de pequenas aeronaves, que investem em inovações e na colaboração com universidades para crescer













YURI VASCONCELOS | ED. 234 | AGOSTO 2015




Túnel de vento para testes na UFMG e desenhos de aeronaves feitos por alunos da universidade
Em maio deste ano, pela primeira vez no Brasil, um avião elétrico tripulado voou, colocando o país no seleto grupo de nações que dominam a tecnologia de fabricação de aeronaves elétricas. O voo aconteceu em São José dos Campos, cidade paulista que abriga o maior polo aeronáutico do país e é sede da Embraer, terceira maior fabricante mundial de jatos comerciais de passageiros. O Sora-e pertence à ACS-Aviation, uma das cerca de 20 empresas brasileiras que se dedicam à fabricação de pequenos aviões classificados pela Agência Nacional de Aviação (Anac) como experimentais ou aeronaves leves desportivas. Essas últimas, uma subcategoria dos experimentais criada pela Anac em 2011, são conhecidas pela sigla LSA, de light sport aircraft, e podem ser vendidas completas, enquanto os experimentais de construção amadora são aeronaves leves, não homologadas, que vão para o mercado em forma de kits e precisam ter 51% de sua montagem feita pelo comprador, normalmente um piloto privado.

Metade dos fabricantes desses aviões está localizada no interior de São Paulo, enquanto os outros se espalham por Goiás, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Santa Catarina, Paraná e Bahia. O Brasil tem o segundo maior mercado global de aviões experimentais, só superado pelos Estados Unidos. Segundo dados da Anac, existiam no país 4.958 aeronaves desse tipo em 2013. Principalmente destinados a pilotos amadores que querem voar em equipamento próprio, esses aviões são usados para lazer, recreação ou transporte pessoal, e não podem ser empregados em qualquer atividade comercial. “O Brasil é um país com dimensões continentais que comporta essa variação de aviões para atender às mais diversas necessidades”, explica Humbert Peixoto Silveira, presidente da Associação Brasileira de Aviação Experimental (Abraex). Os aviões experimentais custam a partir de R$ 50 mil, enquanto os LSA – os esportivos – saem até por R$ 750 mil.

Sora-e, primeiro avião elétrico fabricado no Brasil
Apesar do porte pequeno e da capacidade limitada a dois ou quatro ocupantes, segundo Humbert, os experimentais são veículos tecnologicamente avançados. “No mundo todo, a aviação experimental funciona como um laboratório para as grandes fábricas de aviões, como Airbus, Boeing e Embraer. Esses aparelhos nascem de projetos inovadores em termos de estrutura e aerodinâmica, são construídos a partir de técnicas aprimoradas de fabricação, utilizam novos materiais em sua estrutura e são equipados com aviônicos [equipamentos elétricos e eletrônicos dos aviões] digitais e motores potentes, que podem levar alguns modelos a voar a mais de 300 quilômetros por hora [km/h]”, diz.

O voo do Sora-e coroou dois anos de trabalho do engenheiro aeronáutico formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Alexandre Zaramella, sócio-diretor da ACS-Aviation, empresa localizada em São José dos Campos (ver Pesquisa FAPESP nº 228). “Existem no mundo meia dúzia de companhias focadas no desenvolvimento de aviões elétricos. E nós somos uma das poucas com um aparelho testado em voo”, diz ele. O desenvolvimento do Sora-e – uma versão do principal modelo da ACS-Aviation, o Sora com motor a combustão – teve a parceria do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Montagem de Veículos Movidos a Eletricidade da Itaipu Binacional e recebeu uma subvenção de R$ 500 mil da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), destinada à criação de um sistema elétrico para aeronaves. O avião tem dois motores elétricos de 35 quilowatts (kW) cada um, alimentados por um conjunto de seis baterias de lítio íon polímero de 400 volts, que podem manter a aeronave no ar por até uma hora e 30 minutos.

Super Petrel LS: pouso e decolagem na água e na terra

Materiais compostos

Na aviação hoje procura-se utilizar compósitos – ou materiais compostos, como metal e polímero, carbono e vidro – na fabricação da estrutura das aeronaves, em substituição ao alumínio aeronáutico, em razão do baixo peso e da elevada resistência desses novos materiais. A empresa europeia Airbus, por exemplo, entregou em janeiro deste ano para a Qatar Airways o primeiro jato da companhia com asas e fuselagem feita de polímeros reforçados com fibra de carbono, o A350 XWB, com capacidade para 366 passageiros.

Outro fabricante brasileiro de aviões leves esportivos que recorreu a compósitos foi a Scoda Aeronáutica. Localizada em Ipeúna, a 195 quilômetros de São Paulo, a companhia fabrica o Super Petrel LS, um avião anfíbio (que pousa e decola tanto da água como da terra) que é um sucesso no exterior. “Já produzimos 350 unidades do Super Petrel LS e do Super Petrel 100, seu antecessor. Eles foram vendidos para 23 países e temos clientes em outros quatro prestes a receber suas encomendas”, conta Rodrigo Scoda, dono da empresa. O Super Petrel custa a partir de R$ 350 mil.

Engenheiro aeronáutico graduado na Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP), em São Carlos, Scoda ressalta que o sucesso de seu avião se deve, em boa medida, ao fato de ser certificado nos Estados Unidos e em outros países na categoria LSA. “Projetamos o Super Petrel LS com a norma do FAA [Federal Aviation Administration] na mão. Essa foi a maneira que encontramos de fabricar um produto global”, afirma. O FAA é o órgão dos Estados Unidos responsável pela regulamentação da aviação civil. Suas normas servem de modelo para vários países, inclusive o Brasil.

Produzido com um compósito constituído de fibra de carbono e fibra de aramida (kevlar), o Super Petrel LS foi inspirado no avião anfíbio francês Hydroplum, dos anos 1980. A Scoda é responsável por 81% de seu processo produtivo e apenas as partes mecânicas são importadas. Um aspecto incomum do processo de desenvolvimento e certificação do Super Petrel LS foi o fato de 90% ter sido feito por estagiários do 4o e 5o anos do curso de engenharia aeronáutica da EESC-USP. “Sempre que possível, trabalhamos em parceria com universidades. Três de nossos oito engenheiros foram formados na EESC”, diz Scoda. A equipe de colaboradores da empresa é constituída por 100 profissionais, entre técnicos, engenheiros, mecânicos, pilotos e administradores.




Monomotor Quasar: 60 aviões vendidos

domingo, 23 de agosto de 2015

Futebol sem corrupção, a credibilidade da velha arte é desafiada.

Fifa prefere não enumerar
casos de corrupção no futebol



Por Redação, com agências internacionais – de Zurique
O comitê de ética independente da Fifa preferiu, em entrevista a jornalistas, neste sábado, não enumerar quantos casos de corrupção está investigando, após denúncias que levaram a prisão diretores e empresários ligados à instituição que coordena o futebol, no mundo. Segundo dirigentes, a Federação está analisando “muitos casos de suposta corrupção”. O objetivo é acelerar as investigações e antevê expulsões vitalícias para todos os crimes, com exceção dos menos graves, segundo uma fonte familiarizada com o assunto falou à agência inglesa de notícias Reuters.

O FBI está investigando suborno e corrupção na Fifa
Os investigadores estão observando três áreas: casos relacionados aos processos seletivos das Copas do Mundo de 2018 e 2022, a distribuição e o uso de fundos de desenvolvimento e partidas cujos resultados seriam pré-arranjados, o que a fonte descreveu como a “grande história” do futebol. Os membros do comitê de ética afirmam que os dias em que os corruptos podiam contar com afastamentos de meros três meses acabaram, disse a fonte à Reuters.
– Há muito mais casos do que as pessoas imaginam, e eles estão determinados a ir atrás deles, fiquem preparados – declarou a fonte.
As investigações são separadas do inquérito suíço sobre a concessão dos Mundiais de 2018 e 2022 à Rússia e ao Catar, que negam qualquer irregularidade, e do inquérito norte-americano, que indiciou 14 pessoas, incluindo ex-dirigentes da Fifa, acusados de lavagem de dinheiro e extorsão.
Ao contrário do que ocorre nos dois inquéritos, os investigadores da Fifa não têm poderes de polícia. Embora a suspeita de corrupção entre funcionários graduados da entidade tenha atraído a atenção da mídia e preocupado patrocinadores, acredita-se que os membros do comitê de ética da Fifa encaram as partidas arranjadas como a maior ameaça ao esporte, além de ser a mais difícil de combater.

– As partidas arranjadas são a grande história no momento – disse a fonte, acrescentando que trata-se de um crime que ultrapassa as fronteiras do esporte e precisa da colaboração das autoridades públicas de todo o mundo.

sábado, 25 de abril de 2015

Ordem e controle na arcaica cultura brasileira

Ordem e Progresso

NA RECEITA geral dos políticos brasileiros, o positivismo é um ingrediente deviante, que maturou na qualificação perversa da nossa sociedade. é um interessante estudo do Prof. Sêga.  
Mais do que um simples lema na bandeira, as idéias positivistas de Augusto-Comte impregnaram a nascente República brasileira.
por Rafael Augusto Sêga



Benjamin Constant Botelho de Magalhães (1836-1891) como ministro da Instrução Pública reformulou todo o ensino brasileiro de acordo com as idéias de Augusto-Comte.
Descrição: http://www2.uol.com.br/historiaviva/img/px_branco.gif
  A verdade, meu amor, mora num poço, / É Pilatos, lá na Bíblia quem nos diz, / E também faleceu por ter pescoço, / O (infeliz) autor da guilhotina de Paris. / Vai, orgulhosa, querida, / Mas aceita esta lição: / No câmbio incerto da vida, / A libra sempre é o coração, / O amor vem por princípio, a ordem por base, / O progresso é que deve vir por fim, / Desprezaste esta lei de Augusto Comte, / E foste ser feliz longe de mim.






Este trecho do conhecido samba de Noel Rosa e Orestes Barbosa, Positivismo, de 1933, demonstra a presença da filosofia positivista no meio cultural mais popular do Brasil, a música, ao retratar uma amada que transgrediu o fundamento básico de tal filosofia. Não obstante, essa corrente de pensamento também se faz presente no dístico de nosso maior símbolo pátrio, a bandeira: Ordem e Progresso. É curioso, mas a tentativa mais efetiva de colocar em prática a doutrina positivista, uma ideologia tipicamente francesa, foi realizada em um país latino-americano: o Brasil.

Como isso aconteceu?
A pergunta exige o conhecimento de certos aspectos das origens e dos fundamentos do pensamento positivista ainda na França no século XIX, para mostrar sua chegada e ascendência sobre o pensamento brasileiro dentro do contexto histórico e cultural da época.

O avanço científico europeu do início do século XIX, decorrente da Primeira Revolução Industrial, fez com que o homem acreditasse em seu completo domínio da natureza. O positivismo surgiu nessa época como uma corrente de pensamento que apregoava o predomínio da ciência e do método empírico sobre os devaneios metafísicos da religião.
Nesse sentido, o movimento intelectual erigido por Isidore-Auguste-Marie-François-Xavier Comte, ou simplesmente Auguste Comte (1798-1857), defendia que todo saber do mundo físico advinha de fenômenos "positivos" (reais) da experiência, e eles seriam os únicos objetivos de investigação do conhecimento.

Comte sustentava a existência de um campo de ação, no qual as idéias se relacionavam de forma lógica e matemática e, por fim, toda investigação transcendental ou metafísica que não pudesse ser comprovada na experiência deveria ser desconsiderada.

As raízes do positivismo são atribuídas ao empirismo absoluto de David Hume (1711-1776), que concebia apenas a experiência como matéria do conhecimento e também a Ilustração, ou Iluminismo, que apregoava a razão como base do progresso da história humana.

Dessa forma, o positivismo é fruto da consolidação econômica da revolução pela burguesia, expressa nas Revoluções Inglesa do século XVIII e Francesa de 1789. As ciências empíricas passaram a tomar frente às especulações filosóficas meramente idealistas e Comte buscou a síntese do conhecimento positivo da primeira metade do século XIX, especialmente da física, da química e da biologia.
Seu objetivo era a formulação de uma "física" social (a "sociologia") que reformulasse o quadro social instável decorrente das novas relações de trabalho do capitalismo industrial.

Na primeira fase de seus trabalhos, Comte teve como mentor o teórico do socialismo utópico, o conde de Saint-Simon (Claude-Henri de Rouvroy, 1760-1825). Em sua obra Curso de filosofia positiva (1830-1842), Comte expõe a base de sua doutrina cujos alicerces teóricos estão assentados na norma de três estados do desenvolvimento humano e do conhecimento, o teológico, o metafísico e o positivo.


Na fase teológica o ser humano entende o mundo a partir dos fenômenos da Natureza dando a eles caráter divino. Essa fase encerra-se no monoteísmo. Na fase metafísica, a interpretação do mundo é calcada em conceitos abstratos, idéias e princípios.

Por fim, na fase positiva o ser humano limita-se a expor os fenômenos e a fixar as relações constantes de semelhança e sucessão entre eles. Nessa fase, as causas e as essências dos fenômenos são deixadas de lado para se evidenciarem as leis imutáveis que nos regem, pois o conhecimento destina-se a organizar e não a descobrir.

O fim da filosofia é a organização das ciências, hierarquizadas, segundo Comte, em seis. Na base dessa pirâmide está a matemática, seguida da astronomia, física, química, biologia e sociologia. Em outra obra sua, Discurso sobre o conjunto do Positivismo (1848), Comte parte das feições reais do termo "positivo" para atingir uma significação moral e social maior, a fim de reorganizar a sociedade, com a supremacia do amor e da sensibilidade sobre o racionalismo.
O apogeu dessa tese é a religião da humanidade. A filosofia positiva passa, então, a preconizar também uma teoria de reforma da sociedade e uma religião. A unidade do conhecimento positivo passa a ser coletiva em busca da fraternidade universal e da convivência em comum. A junção entre teoria e experiência é baseada no conhecimento das ações repetitivas dos fenômenos e sua previsibilidade científica.

Assim, é possível o aprimoramento tecnológico. O estágio positivo corresponde à atividade fabril e à transformação da natureza em mercadorias. Se entendermos a ciência como a investigação da realidade física, o positivo é o objeto e o resultado dessa investigação. Dessa forma, a sociedade também é passível dessa análise e a fase positiva será caracterizada pela passagem do poder político para os sábios.

Fragmentação do pensamento
A segunda fase dos trabalhos de Comte é representada em sua obra Sistema de política positiva (1851, 1854), que preconiza a "religião da humanidade", cuja liturgia é baseada no catolicismo romano, estabelecida em O catecismo positivista (1852).

Destarte, a doutrina positivista adquire feição religiosa com credo na ciência. Essa divisão do pensamento comteano também separou seus seguidores em duas correntes: os ortodoxos, que seguiram Comte em seu período religioso; e os heterodoxos, que se conservaram perseverantes ao período científico e filosófico do positivismo.
CONTINUA...

domingo, 5 de abril de 2015

Brasil e seu trágico apartheid

BRASIL: UM ESTADO NACIONAL E SEU EXERCITO LIVRE PARA MATAR
Seletivamente, apenas negros e pobres. Na América do Sul, quintal dos EUA.




http://angorussia.com/comunidade/estudantes-angolanos-espancados-por-policiais-no-brasil-apos-reagirem-a-provocacoes-racistas/ 

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Paulo Souza REVOLTANTE. Lembro meu querido amigo Mosses, nigeriano que estudou comigo na UFMG em Belo Horizonte. Viera estudar no Brasil porque lhes disseram que aqui não havia racismo. Todos os meus dezenas de colegas africanos, apesar de ricos eram duramente discriminados por professores, colegas e outros. Como negro, único brasileiro entre eles na universidade - porque por aqui até a educação é elemento de segregação, fazia o que podia para amenizar a estadia deles. A ONU e a comunidade internacional precisa se posicionar quanto a crueldade do APARTHEID BRASILEIRO, que localmente chamamos de RACISMO AMBIENTAL. HA espaços que sabemos não serem possível transitar. E a universidade é um desses espaços. O estado brasileiro é racista, segregador. Usa sua policia despreparada , covarde e racista para agredir e matar os não brancos. Ainda bem que não mataram nenhum deles. Estão vivos. A guerra entre não brancos e brancos é fomentada diariamente pela mídia, pelas igrejas protestantes, pelas milícias das favelas. É uma situação que os números da violência do estado indicaram claramente o caminho do enfrentamento quando cansarmos de ver nossos filhos mortos pela policia brasileira - são 58 mil assassinatos por ano. Tecnicamente estamos enfrentando já esta guerra. LAMENTO PROFUNDAMENTE O OCORRIDO com meus irmãos africanos. Isto tem que parar um dia.
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Muito covarde esta postagem. É fechar os olhos para a barbárie que o Brasil vive. O estado brasileiro mata crianças. Isto sim, é preocupante. Agora o maior agravante é que são sempre e sempre crianças negras e pobres. Uma vergonha para quem tentou mostrar um outro lado, como uma justificativa para o injustificável. Fake. Mal.

Desculpe não quero ofender, tem liberdade de opinião, preservemos. Mas precisa ter responsabilidade. Então os meios justificam os fins? Matar, matar sempre? Não tem filhos? Vejo que você não é tão branco, a ponto de estar acima de qualquer suspeita. Deveriam se preocupar com a possibilidade de amanha ser um dos seus, a vitima. Não é matando, é perdoando que alcançamos a redenção. O Brasil precisa mudar, precisamos mudar esta cultura de morte. Acompanho suas postagens e percebo que você não é do mal, é uma pessoa boa externando uma opinião, apenas isto. Mas devemos ter cuidado com nossas opiniões quando podemos influenciar os outros negativamente. a morte de uma criança por forças policiais devem ser sempre e sempre condenáveis. Não estamos sozinhos

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ESTES são os textos que escrevi no face hoje. São reflexos. De uma longa historia de vida que teimo em esquecer. E que nem posso esquecer, porque esta historia trago na pele negra que tenho. Herança da diáspora africana. Apesar dos avós europeus.

Uma noite, sai com meu irmão para jogar futebol num bairro novo, onde não era nosso costume ir. Há uns 40 anos. Este meu querido irmão morreu há  32 anos. O apartheid brasileiro o matou. Saímos, não fui a aula e fomos para a quadra. Lá jogamos uma partida ruim e voltamos. Meu querido  irmão, um negro jovial, forte e disposto, começara a ter problemas na rua. Era muito tímido, inteligente. Assim, quase correndo para voltar a parada do ônibus, ele ficou para trás. Eu estava adiantado uns dois quarteirões.  Senti um aperto no peito e olhei para trás. Naquela rua deserta, num bairro deserto, eram umas 22 horas apenas, deparo com a pior das cenas. Um carro de policia saído do nada enquadrava meu irmão. Ele. Com sua mochila de jogador de futebol as costas e um cacho de mamonas nas mãos. Avistara a mamona num lote vago e parara para tirar algumas pelotas e brincar. Um policial negro lhe apontava uma arma. Não pensei, não deu tempo. Me atirei correndo em direção a assustadora cena e agarrei meu querido irmão. O abracei totalmente e tremia, eu estava com muito medo e raiva.  O abracei e o tirei de cena. “É meu irmão, ninguém toca nele. O que fazem aqui, eu, nada, jogamos bola. Eu trabalho num banco.” E sai, agarrado ao meu irmão, morreria por ele, não tenho duvidas. Ficamos calados muito tempo. Sabíamos da natureza da abordagem policial e tínhamos vergonha naquele tempo. Não tínhamos a compreensão de hoje, tão clara, brutal, desumana. Havíamos invadido território proibido. Nas cidades brasileiras, todas elas, há espaços não permitidos para os de cor. Lojas, empreendimentos, igrejas, comercio, indústria, serviços. Não há garçons negros no Brasil. Pessoas saem de restaurantes quando chegam negros. A televisão brasileira é branca, pálida como na Europa. Não mostram negros. Pela televisão temos a impressão que há mais negros nos EUA do que aqui, no Brasil.



Apesar de sermos a maior nação negra fora da África, é como não existimos. Somos todos cidadãos invisíveis. Marcas como Dove, todas as cervejarias, O Boticário, Nestle, Coca Cola, P&G, Unilever, Gilete, Colgate e os maiores anunciantes do Brasil não querem negros em suas peças publicitarias.

Cannes que premia sempre as agencias brasileiras deveriam se envergonhar. Como são alienados e não deveriam merecer tanto respeito. Premiam as agencias mais racistas do planeta. Será que não percebem que nunca, nunca premiaram um filme brasileiro com um negro sequer? E somos, repito, a maior nação negra fora da África. Ao premiaram a propaganda racista das agencias brasileiras, premiam a discriminação, a segregação racial reflexo de 500 anos de escravidão. Esquecem seguramente, que nosso amado Brasil foi a ultima nação do mundo a abolir a escravidão.


Consumimos, somos cidadãos, apenas não nos enxergam. E como somos mal tratados. O APARTHEID SOCIAL, AMBIENTAL, ECONÔMICO E SOCIAL que nos negros brasileiros vivemos, é muito mais desumano e cruel que nos tempos do apartheid na África do Sul. Naquele tempo havia leis segregacionistas lá. Aqui, há leis que punem o racismo. Mas não adianta. Ninguém as aplica. O negro – vitima preferencial do estado brasileiro, com suas milícias e policia miliar orientada a segregar, isolar e matar pessoas de cor – travam uma luta de extermínio. Lutam para evitar o viés populacional – em 100 anos  não haverá brasileiros brancos. Exterminam agora meninos na melhor fase reprodutiva para reduzir o crescimento dos negros.


O mundo esta silenciosos quanto a este extermínio étnico. E nos deve. Empresas multinacionais que nos EUA não segregam, chegam ao Brasil e adotam a politica racial. Gigantes do  comércio como Wal-Mart, Cola Cola, Jeep, Chevrolet e tantas outras, se tornam tão  ou mais racistas que os brasileiros.  A comunidade internacional faz vistas grossas, fingem que não veem. Mas há o prenuncio de guerra civil no Brasil, pretos contra brancos. Agora é o momento da abordagem, é o momento da virada, se quisermos paz na América do Sul.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

PT PORTUGAL SGPS ou OI - sem infraestrutura o Brasil segue perdendo oportunidade. Merecemos um tratamento melhor das empresas multinacionais

VELOX E OI: PORQUE NÃO

FUNCIONA NO BRASIL E SOMOS 

OBRIGADOS A TER.
TUDO  O QUE NÃO SE PODE FAZER COM SEU CONSUMIDOR
Ou a tragédia da falta de infraestrutura brasileira

Donos e únicos responsáveis:
PT PORTUGAL SGPS S/A
Av. Fontes Pereira de Melo, 40 – 1069-300 Lisboa – Portugal - EU







Vejam acessando o link abaixo, confusão gerencial e financeiro e de controle no topo da famigerada OI brasileira:
http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Economia/231726,CVM+critica+acordo+fechado+entre+a+Oi+e+a+Portugal+Telecom.aspx

Temos três linhas fixas no nosso escritório em Parauapebas. Três linhas porque dependemos da internet e com uma linha apenas não funcionava. Colocamos mais uma e ainda assim não funcionava. Voltamos ao rádio e recontratamos um sinal – que agora é firme e funciona.

ESTAMOS falando de Parauapebas. Não uma cidade qualquer, perdida nos rincões do imenso pais. Mas da maior exportadora brasileira. Exportou no exercício fiscal de 2014, a cifra de 7,2 bilhões de dólares, não importando nem 10 milhões, portanto com o superávit tremendo e espetacular. Porque exporta tanto? A indústria da mineração, com a Mina de Carajás, maior empreendimento  a céu aberto do mundo. Dali saem 800 mil toneladas dia. A riqueza gerada aqui não fica. Jamais, nem um percentual fica. Tudo é exportado, ficando apenas o descaso, a ausência de governo, de justiça, de lei e de ordem. Um imenso buraco e uma selva destruídas. Como uma empresa do porte da VALE, com tantas milongas corporativas, diga-se de passagem, apenas para inglês ver – pode coadumar com crimes de toda ordem – financeiros, corrupção governamental – o prefeito  de Parauapebas, aliado da VALE e em conjunto  fazendo investimentos, já desviou em 2 anos, cerca de 1 bilhão de reais com diversas denuncias, CPIs instaladas e toda sorte de investigações em curso, com assassinatos de lideranças,  de advogados e lideres da oposição.

E não é apenas isto, a falta de infraestrutura total – ausência de hospitais equipados, nem uma máquina sequer de hemodiálise, hemocentro , nada.


Pensar em eletricidade ou internet então é um sonho. E telefonia? Todas as grandes operadoras internacionais estão localmente. As vezes passamos dias sem sinal da Vivo (citar empresa), Tim (citar empresa), claro (citar empresa) ou qualquer que invente.

Mas a grande vedete, a estrela mesmo do serviço vital negado é a internet e a telefonia da Oi (PT PORTUGAL SGPS S/A - Av. Fontes Pereira de Melo, 40 – 1069-300 Lisboa – Portugal).

Seus executivos, investidores e responsáveis deveriam estar presos, respondendo pelo crime de prevaricação, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, falsa oferta e entrega de produto ou serviço, golpes contra o sistema financeiro, malversação de verbas publicas, venda casada – instalam o Velox apenas para quem comprar o fixo – por sinal caríssimo, e ainda formação de quadrilha, danos morais e econômicos às suas milhares de vitimas que, como nós acreditamos que teriam infraestrutura para comercializar o Velox e entregar as linhas físicas. NÃO PODEM ENTREGAR NADA. NÃO TEM INFRAESTRUTURA NO PARÁ OU EM PARAUAPEBAS. RECEBEM POR UM SERVIÇO QUE Não PRESTAM. Imaginamos se perpetrasse seus golpes na civilizada Europa ou no capitalista Estados Unidos... Os fatos:

Em 2013 instalamos uma linha telefônica 94 33462804. Foi instalada e funcionou por apenas dois meses. Logo ficou muda e entrou em manutenção. Sobre esta linha mandamos instalar o VELOX, o malfadado serviço de internet da OI(PT PORTUGAL SGPS S/A - Av. Fontes Pereira de Melo, 40 – 1069-300 Lisboa – Portugal, no Brasil .). Nunca funcionou. O fato corrente foi que, ficamos mais de 8 meses com a linha muda e a internet sem sinal. Ligamos centenas de vezes para o serviço de atendimento da OI e eles prometeram centenas de vezes que mandariam a manutenção da RMS. Nunca vieram. As contas chegavam regularmente e pagamos todas, porque, na esperança da manutenção aparecer, tinha que estar pago o serviço, apenas se agenda manutenção se a conta estiver em dia – não importa se esteja funcionando ou não.  São os costumes do Brasil – este imenso e atrasado pais da América do Sul.


O nível de atraso e retrocesso que o Brasil esta experimentando sob a administração do PT – o outrora Partido dos Trabalhadores, bastião da moralidade e da ordem publica, hoje paladinos da corrupção, do desgoverno e das causas perdidas – o mundo ainda não percebeu sua gravidade: estamos nos armando e nos tornando uma nação de guerra, rompendo com o sonho de uma América Latina sem  grandes arsenais. Nossa indústria de aviação fabrica cargueiros militares e jatos de guerra, a pesquisa atômica novamente esta na ordem do dia, as grandes plantations chegaram e se instalaram na Amazônia (soja, milho, cana de açúcar) e como maiores fornecedores de proteína animal do mundo – os rebanhos empesteiam a outrora paisagem da selva.

O preconceito racial só faz aumentar e causar mais estragos no tecido social. O estado brasileiro, especializado e responsável pela maior faxina étnica do mundo atual –  58  mil homicídios por ano, sendo que a maioria é causado pela policia especializada em matar não brancos, ostensivamente racista e discriminatória, matando jovens negros masculinos, visando deter o viés negro da população que aumenta cada vez mais entre não brancos, sendo praticamente proibido as uniões inter-raciais, devido ao preconceito fortemente disseminado pela mídia branca e segregadora.

A infra estrutura primaria – estradas, portos, ferrovias, hospitais, sistema de tratamento e distribuição de água, eletricidade e internet, sem investimentos, totalmente deixadas ao acaso, sem planejamentos de médio e longos prazos, focados unicamente no resultado financeiro.

Temos visto uma exigência absurda do governo em que toda a base contábil, financeira e patrimonial brasileira seja responsas pela internet. O fato é que não temos internet confiável. As empresas e pessoas lutam  e investem tempo e dinheiro para entregar os arquivos digitalizados para o governo e sua propaganda internacional – mas sabemos o que temos que fazer para entregar tais arquivos. A própria Oi tinha uma empresa espelho quando da privatização. Cadê esta empresa espelho? Foi absorvida pela Embratel –  entregue ao Carlos Slim que se tornou mágico como o governo brasileiro. Desmontou a empresa e focou seus negócios nos satélites do povo brasileiro. Não temos internet barata que cubra o território nacional com a capacidade de resposta que  se precisa. E a OI tem prestado este desserviço – prometendo, entregando relatórios fantasiosos ao governo central e NÃO ATENDENDO LOCALMENTE, de onde fica difícil ou impossível até – pelo tamanho do pais – que nossos apelos, reclamações e cobranças cheguem a qualquer instancia. A prova? Nós, nosso escritório. Mesmo tendo 1.300.000 acessos globais, não conseguimos – por 8 meses, que  Oi MANDASSE UM TECNICO SEQUER CONSERTAR A LINHA 94 33462804 E A LINHA 94 33463559. E isto no centro de Parauapebas – a maior cidade exportadora do  pais! Exportações de 7,2 bilhões de dólares!


Deparamos com uma situação tão absurda que retorno diariamente a George Orwell – 1984. É o que vivemos, uma parodia ao Grande Irmão, onipresente e onipotente. Para os dele. Nos somos os deserdados. Pagamos por um serviço que o Estado deveria garantir e não recebemos nada.

Agora mesmo, há 20 dias atrás, estava tudo funcionando, quando um técnico da OI subiu no poste e cortou todas as linhas do escritório e de internet nos deixando as cegas. Liguei para a RMS – a empresa de manutenção contratada pela Oi e eles pediram para agendar nacionalmente. Não apareceu ninguém para consertar até este momento – dia 16/02/2015, 10:27 da manha. Ninguém, nem uma resposta. Já agendamos 15 vezes no sistema nacional da OI e nada. Eles marcaram 5 vezes e na data não apareceu ninguém. Vejam a gravidade da situação: não pareceu ninguém para consertar as linhas que eles mesmo silenciaram. Ouvimos dizer que esta nossa linha esta funcionando sob outro numero, aqui no bairro. Que fica ora funcionando conosco, ora no outro endereço, dependendo da pressão imposta. É revoltante, porque ambos estão pagando por um serviço não entregue.

Descobrimos também ser um golpe de financiamento barato facilmente empregado no Brasil. A empresa finge que entrega o serviço e cobra por ele. Não recebendo as contas, denuncia o tomador ao Sistema de Credito Brasileiro –alias administrado covardemente por uma empresa britânica – SERASA EXPERIDIAN e ao SPC.

No Brasil, atraso de contas de produtos essenciais, tipo agua, energia elétrica, são passiveis de denuncia em sistema de cadastro impeditivos. Infelizmente somos o pais da falta de serviços básicos e da irresponsabilidade gerencial. Estamos num caminho sem retorna da responsabilidade social e do resultado como nação de futuro.

Estamos matando o amanha. É HORA DE A COMUNIDADE INTERNACIONAL DISCUTIR SE VAI PERMITIR A DESTRUIÇÃO DA AMAZONIA. A CONSTRUÇÃO DE REPRESAS, A EXPLORAÇÃO DE PETROLEO, AS PLANTATIONS E O GADO APENAS SERVEM PARA O MERCADO INTERNCIONAL. MAS A PRESERVAÇÃ DO ECOSSITEMA AMAZONICO É QUESTÃO MUNDIAL E DE VITAL IMPORTANCIA PARA A PRESERVAÇÃO DA HUMANIDADE  E DA TERRA. Demonstramos diariamente não sermos competentes para cuidar de tamanho patrimônio sozinhos.


A OI (PT PORTUGAL SGPS S/A - Av. Fontes Pereira de Melo, 40 – 1069-300 Lisboa – Portugal) é uma empresa covarde e precisa ser melhor fiscalizada pelos organismos internacionais. Não temos esperança que a nível de BRASIL e com os contatos que seus donos tem a nível federal – e na base da corrupção infinita que envergonha nosso Brasil – consigamos ter uma solução técnica que contemple Parauapebas – a maior cidade exportadora do Brasil, com 7,2 bilhões de vendas anuais e sem internet, sem hospitais, sem estradas, sem governo e sem futuro. Preciso de minhas linhas e de minha internet funcionando. Nós precisamos, haja visto sermos toda uma comunidade – cerca de 200 mil pessoas, que pagamos absurdo por um produto ou serviço não entregue ou entregue de forma inconsequente, arbitraria ou desonesta – de uma solução.

Arguimos aqui os investidores institucionais – fundos de pensão, fundos soberanos, empresas e pessoas decentes que ainda estão por este mundo indecente: porque ainda investem na OI? Uma empresa com estas praticas de gestão descontroladas e indecentes, claramente enganando seus clientes, com sólidas bases de corrupção fincadas em Brasília e São Paulo? Não é hora de mudarem, de questionarem porque este silencio tão completo sobre um problema que afligem milhares?

Seria a sombra da VALE que tem um acordo de privilégios com a OI localmente no Núcleo Urbano e na Mina de Carajás ?

Será que alguma autoridade brasileira ainda estaria sensível ao tremendo problema que enfrentamos localmente com as linhas fixas e a internet da OI?

O fato é que nossa comunidade não sabe mais a quem recorrer. Estamos sós e talvez, como na USINA ATRAS DO MORRO (in Jose J. Veiga – Os Cavalinhos do Platiplanto) estejamos apenas sendo cobaias da VALE, no intuito de nos causar perrengues para não lembrarmos da devastação ambiental e social perpetrada por eles no nosso território. FICA O ALERTA!

Obs.: não esperamos retorno por esta denuncia. Há um ano atrás denunciamos o golpe da Equatorial – via REDE CELPA, na adulteração de contas de energia elétrica a cada três meses e nada aconteceu, o esquema continua o mesmo. Mas fizemos nosso papel e utilizamos os recursos hoje colocados à nossa disposição: a internet, rede sem fim.



 Mesmo porque leia a confusão abaixo e pensem. Podem as “autoridades”, fortemente dependentes de “impostos e taxas” resolver algo nesse capitalismo sem regras?
Aval da CVM

Em meio ao processo de fusão com a Oi, a PT comprou papéis comerciais da Rioforte, holding do Grupo Espírito Santo (GES), num total de 897 milhões de euros, valor que não foi pago. Para manter a fusão após o calote dado na PT, as empresas acertaram que a empresa portuguesa entregaria ações da Oi à brasileira e receberia os títulos podres. Com isso, a fatia da PT na companhia caiu de 37,3% para 25,6%. A portuguesa recebeu a opção de recomprar essas ações em seis anos.

Um dos motivos da necessidade de aval da CVM é que, no momento da troca, a Oi terá em tesouraria quantidade de papéis superior ao limite de 10% de seu capital. Esse ponto, um dos mais importantes na visão da Oi, foi aprovado pela área técnica. Mas a tele brasileira quer ter a opção de poder se desfazer das ações, sem a necessidade de mantê-las em tesouraria durante os seis anos que a PT tem para recomprá-las. A área técnica vê riscos financeiros à companhia.

A SEP destacou que o objetivo da norma "é a proteção das finanças da companhia, bem como evitar que se possa especular com derivativos sem a devida cobertura", diz o documento, obtido pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
 

Outro ponto em discussão é se a PT SGPS, dona de 25,6% da Oi, é controladora da companhia. A tele brasileira argumenta que não, a área técnica entende que sim. Diante disso, a Oi pede que seja permitida a compra de ações do acionista controlador, o que é vedado pela legislação. Para a Oi, o que está sendo entregue à PT são títulos podres, enquanto a empresa receberá ações. O que aponta que não haveria prejuízos aos acionistas.

A área técnica vê vantagens no acordo para a suposta controladora, a PT. "Apesar das veementes negativas, parece bastante evidente que há vários elementos que beneficiam a PT SGPS." Um dos exemplos citados de benefício é a possibilidade de recompor a base acionária perdida em até seis anos, preservando as condições de preço.

Foi feita a recomendação de que, caso o colegiado dê sinal verde para os pedidos da Oi, que os temas levantados sejam levados à deliberação em assembleia da companhia brasileira. O único empecilho que a Oi vê nesse pedido é o prazo curto que tem para aprovar o negócio.